Já por diversas vezes escrevi sobre o (quase) fenómeno do futebol. E da fauna humana que vive ao redor das alegrias e tristezas deste desporto, principalmente sócios e adeptos dos clubes.
Não fujo deste rol de muuuuuuuuitas gentes e assim faço também
parte da fauna supra referida.
Encerrou esta noite o calendário da futebol profissional da
Primeira Liga. O meu Sporting após um bicampeonato, um deles com uma dobradinha
(Campeonato e Taça de Portugal), quedou-se por um modesto segundo lugar que dá
acesso à Liga (Milionária) dos campeões, mesmo que não seja de forma directa.
Como sempre que posso fui ao estádio ver a derradeira partida
do Sporting esta época, em casa! Eu e mais 48904 espectadores.
Foi a última partida, o campeonato não ficara infelizmente em
casa e só haveria um lugar de honra para ser ocupado.
A mole que se juntou ao redor de um relvado preferiu ir até
a Alvalade apoiar o seu clube com o maior fervor possível, que ficar em casa a
ver telenovela!
Há uns anos a maioria dos espectadores eram do sexo
masculino. Actualmente há muitas senhoras de todas as idades, raças e
provavelmente credos, a assistirem e a vibrarem com os jogos.
O futebol plasmado do clubismo terá sido um dos grandes
polos de atracção para o “eterno feminino”.
Mas quando se fala (ou escreve!!!) de radicalismo, o
desporto-rei vem sempre à baila como um dos fomentadores dessa assumpção.
Posto isto… o futebol está quase de férias para em Agosto as
equipas regressarem às competições a sério.
Sintetizando: o futebol é um desporto importante donde se
retiram muitos, mas muitos heróis. Uns têm pés de barro. Outros pés de ouro.

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