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segunda-feira, 20 de julho de 2026

Justiça poética ou o fim de uma era?

O Mundial de futebol que ontem encerrou com a merecidíssima vitória da equipa espanhola (esta sim é uma verdadeira selecção, não aquilo que fomos tendo por cá!!!) teve demasiados maus exemplos de influências exteriores ao futebol como foi o caso de um jogador americano ao qual foi perdoado um cartão amarelo, tendo com esse perdão podido jogar contra a Bélgica.

Mais uma "Trumpalhada" ao qual o Presidente da FIFA não se conseguiu impor, como deveria ser. Para além deste caso... os "hydratation break" que serviam outrossim para a feroz publicidade americana ter o seu tempo de "antena". Depois os enormíssimos intervalos entre as duas partes que só prejudicaram os atletas. E ainda o caso do árbitro sumali que foi proibido de entrar nos Estados Unidos.

Bom dito isto... avancemos para a minha ideia.

Um dos desejos "fifeiros" seria uma final entre Portugal de CR7 e Messi "Pulga", com a FIFA a apoiar certamente o jogador argentino, já que serão poucos os dirigentes que apreciam a "marca CR7". 

Portugal é que não entrou nessa subtil vontade futebolística e deixou-se eliminar pela nossa vizinha Espanha. A mesma selecção que ontem fez justiça poética e empurrou Messi para as franjas do esquecimento já que foi Rodri o melhor jogador do torneio. Curiosamente ambas as selecções derrotadas pelo mesmo resultado (um a zero)

Cristiano Ronaldo não voltará a participar no próximo Mundial, se Portugal conseguir a qualificação, assim como o maestro argentino Leonel Messi. Duas estrelas maiores do desporto-Rei, sairam deste evento pela porta pequena (mesmo que tenha participado na Final, Messi nunca pareceu estar presente em campo!).

Duas estrelas com posturas diferentes dentro e fora de campo, mas que marcaram, quer queiram quer não, uma época. Eu quase arriscaria assumir uma geração.

Não imagino quem os substituirá num futuro mais ou menos longo, mas desconfio que serão anormalmente insubstituíveis.