Diz a sabedoria popular que cada um tem a sua hora marcada para partir deste Mundo. Uns abalam jovens, outros mais velhos. Mas nenhum deles com real conhecimento do momento exacto ou em que circunstâncias.
Ainda bem até porque se alguém pudesse meter a mão neste
destino… ui haveria de ser bonito com as malas a passarem de mão recheadinhas
de graveto. Daquele bom!
Corria o Outono de 2010 quando uma mina desabou em São José
no Chile em finais de Setembro, seiscentos metros de profundidade, para a 16 de
Outubro os 33 mineiros serem finalmente resgatados. Uma epopeia que ficou
guardada na minha memória. Em muitas outras minas por esse mundo fora outros
mineiros acabaram por ficar eternamente soterrados.
Na Venezuela uma equipa portuguesa do RSB especializada em
resgastes, conseguiu ao fim de 70 horas retirar um homem com vida dos
escombros de um centro comercial que desabou com o sismo na quarta-feira da
semana passada.
Naturalmente envio daqui as minhas felicitações a todos
quantos participaram no salvamento deste segurança de 44 anos. Um acto de
enorme coragem não só dos salvadores perante um edifício com uma estrutura periclitante,
mas da própria vitima tantos dias encarcerada.
Resumindo… aconteça o que acontecer nas nossas vidas, de bom
ou menos bom, só morreremos quando tiver de ser.
Ou quando Deus quiser!
A esperança deve ser a última a partir...
ola.
ResponderEliminarpois...um ciclo que terminou.
Quando como neste momento for possivel e tiver novidade, comunicarei. Aqui.
A radio esta a passar anuncios dos concertos classicos e afins do BCP (banco) , e nem fala em bilhetes. Acontece este mes uma quinzena, no patio do CCB.
Eu prefiro os concertos oferecidos pela comida da Sonae.
Saude da boa.
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Nao arrisco ler este post, receando discordar.
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Como disse, e quando comentar algo do genero, e fora do ambito do post, para seu conhecimento, pelo que a seguir pode ou deve apagar.
Em primeiro lugar... bem vindo. Espero que goste da casa!
EliminarComo sabe sou um homem da liberdade e ao invés de muitos nem todos terão de concordar comigo. Era o que mais faltava.
Leia, concorde, discorde diga mal, diga bem, diga o que quiser... eu aceito tudo.
Sabe ... confesso que escrever aqui não tem a mesma pica do outro lado. Esquisitices...
Apareça sempre que achar oportuno! Abraço.
Abraço.
EliminarNem sei por onde começar, mas nesta visita necessariamente de medico, acho que vou espreitar a saida
está a sair como anonimo, entao agora de cada vez tenho de escrever o nome. Mas completanto a frase anterior : mas nesta visita da casa necessariamente de medico
EliminarPorquê a saída? Espero não o ter ofendido. E o meu caro é um anónimo conhecido. Os piores são os asnónimos.😂😂😂😂😂😂
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ResponderEliminarO espaço quando nasce não é para todos. ou por esquecimento ( dos óculos) ou a dormirem. Opinei, face ao fenômeno fracassado, que a chuva de estrelas devia ser mas de dia, querendo significar dever ser a horas decentes, tipo as 21h, e não as 4 da matina.
Resta descer á terra, ver o que esta plantado no chão fértil.
Mas antes... Continuo a ver comboios, e ate o algoritimo já me descobriu, pois ainda ontem me mostrou (conta Renfe ) uma cruzamento de via, acho que apresentado como caso único, isto é não existe na ferrovia cruzamentos como os há nas rodovias.
Portanto, comboios mas também outros meios motorizados e coletivos. Coisas da rua .
Dia 1 agosto, um passageiro (talvez imigrante, quiça ate estudante, em todo o caso jovem e é aqui que quero chegar ) é apanhado sem bilhete, pois o seu passe não estava car regado para o mês em curso.
A fiscalizadora informou-o lhe ser devido tolerância, que durante o primeiro e o segundo dia são tolerantes.
Repare :
a entrada no metro implica primeiramente validar o bilhete, incluindo passe.
E portanto não entendo a tolerância !
(eu que valido o passe na chegada á estação, e na duvida e para não ser apanhado/multado, volto a validar quando o metro chega )
reparo, diz 8h 10 ou coisa e sao 16h 10
EliminarBoa tarde,
ResponderEliminarhá muuuuuuuuitos anos, era eu um fedelho, tinha de apanhar um autocarro pata ir para a escola. Havia uma paragem na rua detras da minha mas o bilhete custava cinco tostões. A 500 metros noutra paragem e apanhando certos autocarros o bilhete custava quatro tostões. Portanto todos os dias principiava com uma bela caminhada.
Passes era ainda uma utopia.