sexta-feira, 10 de abril de 2026

Eles "andem" aí! Ai "andem", "andem"!

Esta tarde recebi uma chamada telefónica da ANACOM. Estranhei a origem, mas atendi. Queriam falar com a minha mulher e deram o nome que ela usa nas compras online.

Fiquei logo desconfiado, mas passei-lhe o telemóvel!

Então alguém do outro lado da linha comunicava que um certo número de telefone (que nunca tive) estava a receber mensagens fraudulentas do suposto número de telemóvel da minha mulher e que o telefone iria ser bloqueado.

Obviamente o meu, porque depressa percebi que não tinham o da minha mulher.

A coisa teve contornos ainda mais estranhos quando a minha mulher falou em comunicar à Judiciária.

Entretanto há um pormenor que não parece relevante, mas foi. A pessoa que ligou era de origem africana tal a maneira própria de ele falar a língua de Camões. E quando se falou em Judiciária, do outro lado da chamada disseram que estavam em contacto directo com a polícia e poderiam passar o telefone para as autoridades.

O problema é que do outro lado atendeu um brasileiro que deu até um número de processo aberto na ANACOM e a determinada altura pediu o número de telefone da minha mulher.

Quer dizer... ligaram para mim e queriam falar com ela por causa do seu número e depois não tinham o número? Percebemos que era uma tentativa de fraude ou pelo menos de apropriação de dados pessoais e acabou-se por desligar o telefone. Sem dar qualquer informação.

Mas liguei para a Judiciária (a verdadeira) dos ciber crimes e disseram que não é caso único e para não ligar ao que os meliantes ameaçaram.

O curioso é que o tal número da ANACOM começava por 800... e mais seis algarismos dando a ideia errada... de ser verdadeiro.

Posto isto... este é um aviso que deixo a todos: se vos ligarem seja só for NUNCA divulguem o vosso número a ninguém, nem o vosso mail e muito menos a morada.

É que eles "andem" aí a tentar sacar qualquer coisa!

Tomem cuidado!

Hoje fomos nós... amanhã podem ser vocês!


quinta-feira, 9 de abril de 2026

Quando a imagem...

... vale mais que mil palavras!




Esta rosa não é da família das que já apresentei aqui há uns dias, mas é uma belíssima flor. Exala um perfume fantástico e só gostaria que este exemplar nunca morresse.
Finalmente o jardim a ganhar cor e... perfume!

quarta-feira, 8 de abril de 2026

Crónica em dia de jogo

Eram 18 horas de ontem, terça-feira, quando acabei de me preparar para o resto da tarde e noite: uma ida a Alvalade para ver a primeira mão dos quartos de final da Liga dos Campeões em futebol entre o Sporting e o Arsenal de Londres.

Desta vez, ao invés de outras eliminatórias, não fui sozinho. O meu sobrinho também desejou ir e para isso pagou um bilhete e o meu filho entregou a um amigo meu a hipótese de também ele ver o jogo. Contas juntas seríamos três dos quatro que normalmente vão a Alvalade para assistir aos jogos da liga.

Só que o sobrinho teve a missão paternal de dar banho às cachopas antes de sair de casa, o que acabou por se tornar num quase atraso. De tal forma que as "jolas" ficaram irremediavelmente por beber e as bifanas igual.

De volante entre os dedos o rapaz desembaraçou-se com alguma destreza do trânsito e chegámos ao local de estacionamento ainda a horas de algumas coisas. Por exemplo andar depressa para chegar a tempo. Ainda por cima tivemos de dar a volta para não nos encontrarmos com os adeptos arselanistas. Mas nem tudo terá corrido bem porque passei ombro a ombro com muitos... Enfim o costume em Portugal que nos quer fazer pior do que somos. Ou então serão os outros!

O público aproximava-se em golfadas. Hoje o futebol não tem sexo e as mulheres começam a encher os estádios tal qual os homens há meio século. E ainda bem!

Casacos, gorros, cachecóis, camisolas tudo é verde e branco. O estádio está cheio e o hino é cantado a plenos pulmões por uma massa adepta carregadinha de esperança.

Principia o jogo e com ele os (a)normais impropérios contra tudo e todos. O jargão sai rápido, fluente. E os cânticos de apoio continuam.

O resultado mantém-se em branco até ao intervalo. Comenta-se então entre alguns as jogadas, as estranhas decisões do árbitro, es escolhas do treinador.

O jogo recomeça e minutos passados a bola entra na baliza. Retirando os adeptos ingleses, um silêncio cai nos 50804 espectadores, para logo a seguir o árbitro invalidar o golo por falta antes. Um festejo por um não-golo alastra a todos como se fosse o inverso.

Ao meu redor algumas adeptas tecem rasgadas dúvidas sobre a seriedade de algumas mães de jogadores adversários (quem diria?). Uma bola é bem defendida pelo guarda redes adversário e todo o povo exalta... 

"Está quase" - pensam e desejam muitos. Tantos! Todos!

Faltam dois minutos para acabar. Porém a bola entra mesmo, só que na baliza errada. Novo silêncio e desta vez a valer. A jovem a meu lado, vestida a rigor e bem perfumada limpa o canto do olho com uma tristeza que não consegue esconder!

Termina o jogo. Cruzo-me com muitos adeptos que esperam provavelmente familiares e amigos. Carregam no olhar a mesma tristeza da minha vizinha de lugar. Oiço alguém confessar:

- Não merecíamos perder!

Pois não concordo eu sem o verbalizar, mas no futebol a vitória cai quase sempre para o lado onde a sorte é mais trabalhada.

Regressamos a casa. O trânsito a esta hora parece mais triste que o habitual. Será que foi do mau resultado?

terça-feira, 7 de abril de 2026

As emoções!

A minha neta disse-me há dias que tem as emoções todas e que estas se resumem a seis:

Alegria;

tristeza;

medo;

raiva;

amor,

e calma!

Fiquei a olhar para a pequena de seis anos e a pensar como se traduz para uma criança o significado de cada uma destas emoções.

Depois fiz uma pequena pesquisa e percebi que as emoções podem ser mais do que aquelas aqui faladas, Curiosamente nunca foi a minha preocupação como pai e educador perceber como os meus descendentes  reagiriam a cada uma destas emoções. Nem eu próprio...

Hoje tudo se estuda. Desde a vida normal, até ao comportamento em diferentes sociedades tudo parece ser alvo de escrutínio.

Quiçá, numa tentativa de obter aquela resposta assertiva a um acto inesperado.

Ora se cada um de nós é diferente, seja por nascimento, seja por educação como se pode estudar estas emoções de forma tão simples como se todos, mesmo todos fossemos iguais?

A Psicologia deve estar municiada de verdadeiras explicações lógicas e científicas. Mas acredito que ainda faltará muito para que consiga ter respostas para todas as emoções.

Estas e outras...

segunda-feira, 6 de abril de 2026

Lentamente...

Vou conseguindo alterar o meu blogue de maneira que fique mais atrativo. Aquele fundo alaranjado não era bem a minha cor preferida e tendo em consideração que o verde que eu prefiro não surge no tom que gosto optei por "sem fundo".

Estas incursões pelo editor do blogue são demoradas e um tanto complicadas porque a linguagem é por vezes diferente daquela que entendemos ser a normal.

Portanto ando numa de tentativa e erro, em busca de diferentes opções de alterações, como referi acima, no sentido a ter um espaço mais a meu gosto.

Reconheço, todavia, que nestas coisas de artes plásticas sou mesmo um zero... Assumidamente e sem complexos. Faz-me falta aqui a meu lado o artista da família: o meu filho mais novo.

Obviamente que não me faltam ideias para fazer deste espaço um local mais atraente.

Porém, faltam-se certas ferramentas intelectuais que não exibo e outros conseguem arregimentar.

Enfim... reafirmo que lentamente a coisa pode ficar melhor.

A ver vamos!