Como diria o meu avô paterno: em tempo de azeitona é no olival que o pessoal espera que o dia nasce. Não querendo fugir a esta ancestral ideia eram sete e pouco quando chegámos à fazenda. Um cão ladrou, provavelmente não no conhece e umas rolas turcas pisavam nas paredes de pedra.
O dia cordou meio com Sol meio ameaçador de chuva, que acabou por acontecer
Oliveiras colhidas, azeitona recolhida e nova fazenda.
Até às cinco horas, altura em que enchi a carrinha e parti para o lagar. Que estranhamente encontrei quase vazio.
Mais 513 quilos para o espólio oleícola.
Veremos quanto irá dar de azeite.
Resumindo: outro dia difícil e a consciência das dores por todo o corpo.
E amanhã partimos para outra fazenda onde o chão muuuuuuuuuuito pedregoso pode colocar a nossa vida em perigo. Basta tropeçar numa pedra, cair e bater na pedra ao lado.
Quem é que disse que apanhar azeitona é fácil?

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